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Diário Liberdade

`[Ney] A superioridade da democracia burguesa reside, justamente, nesta sua capacidade de parecer o que na verdade não é, ou seja, uma verdadeira democracia. Como falar em democracia, eleições livres, direitos iguais e etc., quando tudo favorece o poder econômico dos oligopólios empresariais, dessa minoria parasitária detentora do capital.

Publicado em Brasil
Capitalistas rapaces e uma classe política de arrivistas praticam todas as malfeitorias que promovem a desertificação do território. Se essa desertificação esvazia casas e enche cemitérios o que lhes interessará apresentarem um recenseamento eleitoral com 1.3 milhões de eleitores inexistentes para a jornada nacional de folclore no dia 1 de outubro?
Publicado em Portugal

[Roberto Bitencourt da Silva] A decantada crise da democracia representativa foi colocada em evidência global há aproximadamente duas décadas, por acadêmicos, agentes políticos, atores dos movimentos sociais, jornalistas etc. Não gratuitamente, acompanhou a hegemonia neoliberal no planeta.

Publicado em Opiniom Própria
Sexta, 21 Abril 2017 05:25

“We need to talk about” democracia

[Rafael Silva; Laboratório Filosófico] Ninguém mais questiona a democracia. Cremos nela cegamente, como se estivéssemos diante de Deus, contra o qual é heresia suprema levantar a mínima suspeita. E pouco importa saber que Hitler tenha ascendido ao poder democraticamente na Alemanha pré-nazista, ou que, no Brasil de há um ano, um bando de criminosos corruptos tenham deposto injustamente uma presidenta por vieses outrossim democráticos: continuamos defendendo a “nossa democracia”. Agora, uma coisa é preciso perguntar: democracia de quem - e para quem! - cara pálida?

Publicado em Opiniom Própria
Segunda, 06 Março 2017 00:38

Fora “Fora Temer”

[Rafael Silva; Laboratório Filosófico] E se deixássemos de gritar, hashtaguiar e, agora, carnavalizar o famigerado “Fora Temer”? Em outras palavras: e se desinvestíssemos da ideia de um inimigo externo que nos subjuga fortuitamente? Se, enfim, assumíssemos plena responsabilidade pelo mal que aflige a nós e às nossas democracia e república, o que restaria como nosso lema de protesto? Um desiludido “Fora nós”! A radicalidade dessa mudança é dupla. Em primeiro lugar, de sujeito: de Temer, o grande vilão, para nós, os cidadãos brasileiros; e, em segundo lugar, da nossa própria condição de sujeitos políticos: de cidadãos traídos para cidadãos traidores de nós mesmos. Se tivéssemos coragem para encarar a realidade dessa forma, o mal do qual, aqui, dizemos ser vítimas, e do qual, logo ali, queremos nos ver livres, estaria definitivamente na nossa esfera de ação, e, portanto, seria mais facilmente solucionável.

Publicado em Opiniom Própria

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